![]() |
![]() |
||||||||||||||
|
|
|||||||||||||||
|
|||||||||||||||
|
![]() |
||||||||||||||
|
|||||||||||||||
Uma rua estreita passa por entre as casas, originalmente construída para carros de bois, demasiadamente íngreme e curvosa para veículos motorizados. Uma nova estrada foi construída à volta da aldeia. No dia que tirámos as fotografias desta aldeia havia um número notável de pequenas borboletas azuis voando por cima da relva.
No lugar onde os dois rios se juntam havia antigamente um moinho e existiam mais dois moinhos muito perto um do outro no Rio Unhais. Da Foz de Alvares até a Simantorta havia mais 6 moinhos no vale da Ribeira. Infelizmente existe agora muito menos água nos rios que a que corria 30 anos atrás. Os terrenos à volta da aldeia eram cultivados com tudo que a terra podia produzir. As pessoas costumavam ter gado e a vida era dura. Os habitantes iam a missa para a capela de Chã de Alvares e também a escola encontrava-se ali. Alguns dos habitantes trabalhavam na fábrica de resina da Chã de Alvares. Havia também uma velha mina de ouro num local chamado “Vale das Barrocas” que fechou há mais de 50 anos.
|
|||||||||||||||
| Updated 25 March, 2008 | |||||||||||||||