![]() |
![]() |
|||||||||||
|
|
||||||||||||
|
||||||||||||
|
![]() |
|||||||||||
A aldeia da Relva da Mó que é constituída por meia dúzia de casas, encontra-se rodeada por três lados pela Ribeira do Sinhel que serpenteia vale abaixo. O seu nome origina do pequeno moinho na cabeça dos prados da margem do rio. Um carvalho grande oferece sombra a um pequeno edifício de xisto, o alambique. À volta da aldeia, altas paredes suportam terraços de terra destinados à agricultura. Os habitantes costumavam viver da criação do gado – os pequenos edifícios que serviam de estábulo para os animais estão ainda visíveis no outro lado do rio. A produção de lã diminui no na primeira metade do século XX por causa da florestação implementada pelo governo central que se apoderou de terras comunitárias (baldios) para as plantações de pinheiros. Nos montes, à volta da aldeia, encontram-se vários poços de mina, dos quais se diz serem do século VIII e feitas e exploradas pelos Mouros. Hoje existem algumas ovelhas e cabras, vinhas recentemente plantadas e longas filas de colmeias nos terraços. |
||||||||||||
|
||||||||||||
| Updated 25 March, 2008 | ||||||||||||