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Barreiro |
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A aldeia da Telhada situa-se no cimo de um cume com suave inclinação, as terras de cada lado plantadas com oliveiras e árvores de fruto. Os terrenos férteis à volta da aldeia estão ainda cultivados. Tradicionalmente, semeava-se centeio e milho e criava-se gado caprino. Quando se entra na aldeia, a primeira coisa que se vê é a pequena capela em honra de St.º Amaro. Os edifícios mais velhos da aldeia foram construídos das redondas pedras glaciares com blocos de granito formando um ângulo recto nas esquinas. O barro no vale foi ainda até pouco tempo atrás utilizado para fazer tijolos e telhas e isto pode ter dado o nome à aldeia – Telhada. Com o passar do tempo os edifícios desenvolveram a mesma intensa cor de ocre como o solo à volta da povoação. As casas da aldeia encontram-se juntas umas das outras para disponibilizar ao máximo os terrenos para a agricultura. Alguns destes edifícios foram restaurados. Depois de passar pela aldeia termina a estrada alcatroada e uma estrada de terra batida atravessa a encosta onde finalmente se junta à estrada da Chapinheira.
Uma história conta que uma vez viveu um casal na aldeia que criava gado, mas que este tinha um conceito vago sobre o valor monetário. Um dia um negociante de gado ('merchante', no dialecto local) chegou à Telhada e viu um cabrito que gostava de comprar. Assim ele disse à mulher que ia oferecer um preço de 50$ para o animal. A mulher não queria decidir o assunto sem perguntar ao seu marido e assim ela chamou a ele:”Olha, está aqui um merchante que oferece 50$ pelo cabrito, isto está bem para ti?” ao que o marido respondeu gritando:” Não, nem pensar numa coisa desta! Eu quero 45$ por ele!” (Esta história tornou-se famosa nas vizinhanças.) |
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| Updated 4 November, 2008 | ||||||||||||